sexta-feira, 6 de maio de 2011

#7

E nesse espectáculo todo encontra-se na plateia Felipe, ele serra o seu punho e dá um murro a André que faz com que ele vá contra os cacifos, Ambos começam a lutar, o restos dos alunos param para ver o espectáculo Ana desesperada chora por ajuda e para que parem.
Felipe não se consegue controlar e deixa André inconsciente no chão.
-André? Tas bem?
-Desculpa, Ana.
-Xiuu, não digas nada não facas esforços.
O olhar de tristeza e de desilusão dos olhos de Ana para Felipe faz com que ela simplesmente vire as costas e que ajude André a levantar-se.
-Ana!
-Não, deixa-me Felipe!
-Eu não queria Eu fiquei cego, desculpa.
-Para! Não te quero ouvir, deixa-me e vai te embora! Sai!


A sua voz fez eco e Felipe saiu, uns dizem que estava a chorar outros dizem que tinha um olhar cheio de ódio, André estava bem, e sorria por ver Ana ao seu lado.


-Estas bem?
-Estou, não te preocupes, tu estas aqui por isso eu fico bem.


Ana sorriu, André esticasse para  a tentar beijar mas Ana impede que isso aconteça fazendo-o parar.


-O que tas a fazer?


-Eu pensei que era isto que querias, voltar não era?
-Não, André, quer dizer não sei
-Anda cá, que deixas logo de estar confusa.
-Não! Pára!


Ana dá lhe outro estalo, André agarra e tentar a beijar outra vez e Ana afasta-o e foge.


Corre o mais que pode, chora, grita, desiludida, triste, magoada, confusa, vai para o jardim da cidade na zona mais calma. Senta-se na relva e chora.




E porque nem tudo é perfeito.

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